MRS.O | Museu Rural de Salselas Online
o museu digital para o mundo
Sexta-feira, Setembro 10, 2010
Nova direcção da Ass dos Amigos do Museu Rural de Salselas
António Cravo Poeta e Sociólogo, foi o mentor que ao longo de toda a existência do Museu, desenvolveu e implantou a dinâmica deste projecto. desta forma exercerá apenas a função de director do Museu Rural de Salselas. a ele deixamos o nosso agradecimento.
museu rural de Salselas no google
Sexta-feira, Setembro 18, 2009

Domingo, Outubro 05, 2008
Alfredo Cabeleira expõe em Salselas

O Museu Rural de Salselas recebe a partir da próxima sexta-feira, dia 12, a exposição de pintura “Pormenores Rurais” de Alfredo Cabeleira. A inauguração da exposição está marcada para as 21.00 horas e será acompanhada pela apresentação do livro “O Sabor da Marmelada Fresca”, de Fernando Mascarenhas, escritor natural da freguesia de Salselas
Nascido em Chaves, Alfredo Cabeleira inscreve-se em 1987 num curso de desenho e pintura leccionado no Instituto Parramon, em Barcelona. Desde essa data as suas exposições têm vindo a percorrer diversos pontos do país e do estrangeiro, nomeadamente em Espanha, Alemanha e Bélgica. Muitos dos seus quadros fazem parte de colecções particulares tanto no nosso país, como em Espanha, Alemanha, Itália e Inglaterra.
Posteriormente, o seu trabalho transformou-se numa contínua procura de temas rurais. Desde então, já expôs mais de uma centena de vezes em diversos pontos do país e no estrangeiro, nomeadamente em Espanha, Bélgica e Alemanha.
Muitas das suas obras fazem parte de colecções particulares tanto em Portugal como em Inglaterra, Espanha, Alemanha ou Itália
Em 1996 Alfredo Cabeleira é distinguido com o prémio de pintura Flaviae 96 e com o diploma de mérito artístico Podium 96.
O pintor é um dos sócios fundadores da associação “Amigos das Artes de Trás-os-Montes e Alto Douro” e da Tamagani – Associação de Artistas Plásticos do Alto Tâmega e Val de Monterrei, sendo simultaneamente membro da Sociedade Nacional de Belas Artes.
Os quadros de Alfredo Cabeleira podem ser apreciados até ao dia 17 de Outubro, de terça a sábado, das 10.00 às 12.00 horas e das 14.00 às 17.00 horas, e aos domingos, das 13.00 às 18.00 horas.
Quinta-feira, Junho 28, 2007
Exposição de Pintura "o Ciclo do Pão"
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| o ciclo do pão |
A exposição decorre na sala multiusos do Museu Rural de Salselas e pode ser visitada, durante o horário normal de funcionamento do Museu.
Os mesmos quadros já estiveram expostos, em 2001, no Hotel Forte de S. Francisco, em Chaves, no Centro Cultural e Regional de Vila Real, e no Alentejo.
O pintor, António dos Santos Silva, nasceu em Crasto, Valpaços, mas aos dois anos de idade foi viver para Jou (Murça), de onde emigrou aos 24 anos para França. Expõe desde 1996, mas foi a partir de 1999 com a exposição “Máscaras e personagens mascarados” no Museu Abade de Baçal, em Bragança, que começou a projectar-se como artista plástico na região. A partir daí, tem promovido diversas exposições individuais e os seus quadros foram incluídos em exposições colectivas, em diversas localidades do país e em França.
Uma exposição que ilustra o imaginário rural do Portugal até à decada de 80, os usos e costumes, o trabalho agrícola... a não perder.
Segunda-feira, Janeiro 08, 2007

Museu Rural de Salselas
Horário 10:00H – 12:00H/14:00H – 17:30H; Sábados 10:00H-18:00H; Domingos 13:00 – 19:00H (encerrado às Segundas-feiras)
Entrada Paga
Espaço expositivo e secretaria
O espólio apresentado neste Museu representa a Antropologia Cultural da Comunidade Salselense como a de toda a área do Nordeste de Portugal. A exposição permanente dirigida ao grande público, expõe de uma forma educativa e contextualizada os objectos do meio rural.
Neste museu pode observar-se: O Meio e o Homem; A Terra e o Homem; As técnicas de Aquisição (A domesticação dos animais); As técnicas de Produção (Os cereais, da Cepa ao Vinho; da Oliveira ao Azeite); As técnicas complementares (a lã; o linho; o alfaiate; o sapateiro; a cesteira; o barbeiro; a cal; a telha; o caldeireiro, o ferreiro); o Homem Biológico e Sobrenatural (Ciclo Biológico, a religiosidade salselense). A Sociedade; o Núcleo familiar ( a Lareira, a cozinha, o quarto); a criação lúdica; a transição para a Cultura Industrial; o Cabanal do Lavrador.
«Retratos da Aldeia» de António Cravo, editado pelo Museu Rural de Salselas
António Cravo lançou “Poemas Rurais” 18/12/03
Obras de Antonio Cravo
Sábado, Janeiro 06, 2007
blog de kim prisu
MUSEU DE SALSELAS

Situado na aldeia de Salselas, concelho de Macedo de Cavaleiros, o Museu Rural de Salselas (MRS), um dos mais jovens museus do Nordeste Transmontano, abriu ao público em Agosto do ano 2000.
Único espaço museológico do concelho de Macedo de Cavaleiros e tutelado pela Junta de Freguesia de Salselas, o museu é uma criação de Jaime António Gonçalves, um emigrante em terras de França que mobilizou a comunidade emigrante da freguesia e a população local para a preservação de um património que corria o risco de desaparecer.
Reunidos esforços e vontades, a ideia, que nasceu em 1976, acabou por ser concretizada, tendo a população participado activamente no projecto, desde o seu empenho na construção do edifício até à doação do espólio que hoje exibe este espaço museológico rural, fazendo dele um projecto que assenta verdadeiramente no ?espírito comunitário?.
Situado no 1º piso do edifício, construído de raiz, que alberga também a sede da junta de freguesia, os 180 m2 de área destinados ao espaço de exposição permanente albergam já uma vasta colecção de objectos etnográficos. Muito do espólio permanece mesmo em casa dos seus proprietários, uma vez que o espaço já não permite a sua exposição.
Marcada por uma considerável colecção de objectos, testemunhos da forte relação entre o homem e a terra, esta exposição permanente encontra-se distribuída por dezoito secções temáticas, agrupadas em dois universos: o Universo do Homem e o Universo da Sociedade Rural.
O primeiro, constituído por doze das dezoito secções, reúne objectos que permitem ao visitante uma viagem pelas ancestrais técnicas de produção da terra, em ciclos como o do pão, do vinho, do azeite, ou do linho. Uma pequena visita por alguns ofícios como o do alfaiate, o sapateiro, a cesteira, o barbeiro, o ferreiro ou o caldeireiro. Entre outros, a visita passa ainda pela religiosidade transmontana.
O segundo, que recebe as restantes seis secções do museu, é uma espécie de visita pela casa transmontana, onde são recriadas a zona da lareira, da cozinha e do quarto. Em destaque está também a recriação do? Cabanal do Lavrador? A maior das dezoito secções, onde o tradicional carro de bois se encontra rodeado de inúmeras alfaias agrícolas.
A colecção tem ainda em exposição outras curiosidades como a peça escultórica? O Lavrador? do escultor francês Kim Prisu, construída a partir de restos de alfaias agrícolas e um painel com o nome daqueles que contribuíram para que este museu fosse uma realidade.
Aos visitantes, o museu disponibiliza para além da exposição permanente, visitas guiadas, venda de artesanato, exposições temporárias e outras actividades recreativas e culturais.
Ligados ao museu encontra-se também um forno de cal, fornos de telha, um moinho de água e vários espaços arqueológicos como o? Cabeço da Anta? e o ?Cabeço do Calvário?, ainda em fase de recuperação por parte de arqueólogos.
F. Jorge da Costa
